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Quanto vale meu ultrassom usado? Guia de avaliação com tabela de preços

Quanto vale meu ultrassom usado? Veja os 8 fatores que definem o preço, tabela de faixas por categoria e como vender mais rápido com Laudo Cautelar.

Por Loja do Ultrassom02 de julho de 2026 12 min

Se você está se perguntando "quanto vale meu ultrassom usado", a resposta honesta é: depende de 8 fatores concretos — e a maioria dos vendedores só considera dois ou três deles. A faixa típica do mercado brasileiro para aparelhos de carrinho usados e seminovos vai de R$ 40 mil a R$ 150 mil, mas dois equipamentos do mesmo modelo podem ter diferença de dezenas de milhares de reais entre si. Este guia mostra exatamente o que puxa o valor para cima, o que derruba, e como precificar para vender de verdade — não para ficar seis meses com anúncio parado.

Quanto vale meu ultrassom usado? A resposta curta

Antes de entrar nos detalhes, as referências gerais do mercado brasileiro:

  • Aparelhos de carrinho usados/seminovos: tipicamente entre R$ 40 mil e R$ 150 mil
  • Portáteis seminovos: a partir de R$ 30 mil a R$ 60 mil, conforme marca e configuração
  • Aparelhos novos (para efeito de comparação): de R$ 120 mil a R$ 400 mil ou mais

Essas faixas variam bastante por configuração, ano e — principalmente — pelos transdutores que acompanham o equipamento. Se você quer entender o outro lado da mesa (o que o comprador está vendo e comparando), vale ler também o nosso artigo sobre quanto custa um aparelho de ultrassom.

Agora vamos ao que realmente define onde o seu aparelho cai dentro dessas faixas.

Os 8 fatores que definem o valor do seu ultrassom usado

1. Marca e modelo

É o ponto de partida de qualquer avaliação. Marcas com rede de assistência consolidada no Brasil, peças disponíveis e reputação clínica sustentam preço muito melhor na revenda. Um aparelho de linha premium de um grande fabricante desvaloriza em ritmo bem mais lento do que um modelo de entrada de marca com pouca presença nacional.

O modelo também importa dentro da mesma marca: linhas voltadas a imagem avançada (com recursos como elastografia, imagem 4D ou Doppler avançado) mantêm procura constante, enquanto modelos básicos concorrem com uma oferta muito maior de usados — o que pressiona o preço para baixo.

Impacto típico: é o fator que define a "prateleira" do seu aparelho — se ele briga na faixa dos R$ 40-60 mil ou na dos R$ 100-150 mil.

2. Ano de fabricação

A depreciação de um ultrassom não é linear. A queda mais forte acontece nos primeiros anos, quando o aparelho deixa de ser "geração atual". Depois, a curva suaviza — mas surge outro problema: a partir de certa idade, fabricantes descontinuam suporte e peças, e o valor cai de novo, agora por risco de obsolescência.

Como regra prática de mercado:

  • Até 5 anos: o aparelho ainda é percebido como "seminovo de geração recente" e sustenta o topo da faixa da sua categoria.
  • 5 a 10 anos: é o grosso do mercado de usados. Preço competitivo, mas ainda com boa liquidez se o estado for bom.
  • Acima de 10 anos: a venda depende muito de preço agressivo, estado impecável ou de o modelo ainda ter suporte técnico viável.

Impacto típico: cada "faixa etária" que o aparelho cruza costuma significar um degrau relevante de preço para baixo.

3. Horas de uso

Dois aparelhos de 2019 podem ter vidas completamente diferentes: um rodou em consultório particular com 10 exames por dia, outro em serviço de alto volume funcionando em dois turnos. Horas de uso afetam desgaste de teclado, trackball, monitor, ventilação e — principalmente — dos transdutores.

Nem todo aparelho registra horas de forma acessível, mas o desgaste aparece na inspeção física e nos testes de imagem. É exatamente o tipo de coisa que um Laudo Cautelar documenta de forma objetiva, em vez de deixar na base do "parece pouco usado".

Impacto típico: um aparelho de alto volume pode valer visivelmente menos que um idêntico de baixo uso — e a diferença só se comprova com verificação técnica.

4. Transdutores inclusos e estado de cada um

Aqui mora a maior surpresa para quem vende. Transdutores são caros — a reposição de um único transdutor pode custar de alguns milhares a dezenas de milhares de reais, dependendo do tipo (convexo, linear, endocavitário, volumétrico/4D, cardíaco).

O que o comprador avalia:

  • Quantos transdutores acompanham o aparelho e se cobrem a especialidade dele
  • Estado físico: trincas na lente, cabo ressecado, conector danificado
  • Estado funcional: cristais queimados aparecem como falhas ou sombras na imagem — e muita gente vende sem saber que tem esse problema

Um aparelho com 3 transdutores em bom estado vale substancialmente mais do que o mesmo aparelho com 1 transdutor gasto. E um transdutor com cristais queimados descoberto depois da venda é a receita clássica de conflito entre comprador e vendedor.

Impacto típico: é comum que os transdutores representem uma parcela grande do valor total do conjunto. Ignorá-los na avaliação é o erro nº 1.

5. Software, licenças e recursos habilitados

Dois aparelhos do mesmo modelo podem ter configurações de software completamente diferentes. Licenças de elastografia, imagem 4D/HD, pacotes de cálculo para cardiologia ou obstetrícia avançada, Doppler avançado — tudo isso foi pago um dia e agrega valor na revenda se estiver documentado.

O problema: muitos vendedores não sabem listar o que o próprio aparelho tem habilitado. Resultado — o anúncio "vende" menos do que o equipamento realmente é.

Impacto típico: licenças relevantes para a especialidade do comprador podem justificar um preço acima da média do modelo. Sem documentação, esse valor simplesmente evapora.

6. Estética e estado físico geral

Estética não muda a qualidade da imagem, mas muda — e muito — a percepção de cuidado. Carcaça amarelada, teclado com letras apagadas, rodízios travados e adesivos acumulados dizem ao comprador: "este aparelho não foi bem tratado". E ele transfere essa desconfiança para o que não consegue ver: a parte interna.

A boa notícia: é o fator mais barato de melhorar antes de vender. Limpeza profissional, revisão de rodízios e organização dos cabos custam pouco e mudam a primeira impressão.

Impacto típico: menor que os fatores técnicos, mas funciona como multiplicador de desconfiança — estética ruim faz o comprador pedir desconto por medo, não por cálculo.

7. Histórico de manutenção

Um aparelho com manutenções preventivas registradas, notas de serviços e histórico de calibração vale mais do que um idêntico "sem papel nenhum". Não porque o papel melhora a máquina, mas porque reduz o risco percebido — e risco percebido vira desconto pedido.

Se o seu aparelho teve manutenções corretivas, não esconda: um reparo bem documentado, feito por técnico qualificado, pesa menos do que um histórico em branco que deixa o comprador imaginando o pior. Se o equipamento está com revisão atrasada, considere colocá-lo em dia — nossa equipe de manutenção pode orientar o que vale a pena fazer antes de anunciar.

Impacto típico: histórico documentado sustenta o preço pedido; histórico inexistente abre espaço para o comprador negociar para baixo com argumento legítimo.

8. Demanda da especialidade

O mesmo aparelho vale diferente dependendo de quem procura. Equipamentos com configuração forte para ginecologia/obstetrícia e imagem geral têm o maior público comprador no Brasil — mais demanda, venda mais rápida, preço mais firme. Configurações muito específicas (por exemplo, puramente cardiológicas ou veterinárias) têm público menor: o aparelho pode valer muito para a pessoa certa, mas essa pessoa demora mais para aparecer.

Impacto típico: não muda tanto o valor "justo", mas muda drasticamente o tempo de venda — e tempo parado é custo.

Tabela de faixas típicas por categoria e idade

As faixas abaixo são referências gerais do mercado brasileiro de usados e seminovos. Elas variam conforme configuração, quantidade e estado dos transdutores, licenças de software e histórico do aparelho — use como ponto de partida, não como preço fechado.

Categoria Até 5 anos 5 a 10 anos Mais de 10 anos
Portátil R$ 45 mil – R$ 60 mil+ R$ 30 mil – R$ 45 mil Avaliar caso a caso (suporte e peças)
Carrinho intermediário R$ 80 mil – R$ 150 mil R$ 55 mil – R$ 90 mil R$ 40 mil – R$ 60 mil
Carrinho premium R$ 150 mil+ R$ 90 mil – R$ 150 mil R$ 50 mil – R$ 90 mil

Dois lembretes importantes sobre essa tabela:

  1. Transdutores mandam no jogo. Um intermediário com 3 transdutores bons pode valer mais que um premium com 1 transdutor comprometido.
  2. Preço de anúncio não é preço de venda. As faixas acima refletem valores em que negociações realmente acontecem. Você verá anúncios bem acima disso — muitos deles parados há meses.

Para calibrar sua expectativa, vale navegar pelos equipamentos disponíveis na Loja e comparar aparelhos semelhantes ao seu.

Erros que derrubam o valor na negociação

Depois de acompanhar muitas negociações, estes são os erros que mais custam dinheiro ao vendedor:

  • Não saber a própria configuração. Se você não lista licenças, recursos e modelos exatos dos transdutores, o comprador assume a configuração mais básica — e oferece de acordo.
  • Descobrir defeito na frente do comprador. Transdutor com cristal queimado ou erro no boot identificado durante a demonstração destrói a confiança. A partir dali, todo o resto vira suspeito.
  • Fotos ruins. Foto escura, aparelho sujo, consultório bagunçado ao fundo. O comprador julga o cuidado com a máquina pelo cuidado com o anúncio.
  • Não ter documentação. Sem nota de origem, sem histórico de manutenção, sem contrato na venda. Comprador profissional desconta o risco; comprador cauteloso simplesmente desiste.
  • Ancorar no preço que você pagou. "Paguei R$ 180 mil há 6 anos, quero R$ 150 mil" não é avaliação, é apego. O mercado paga pelo que o aparelho é hoje, não pelo que custou.
  • Pressa visível. Aceitar qualquer condição no primeiro contato sinaliza desespero e convida ofertas agressivas. Preço realista + paciência estruturada vende melhor que ansiedade.

Se você quer o processo completo — do anúncio à entrega com contrato — temos um guia dedicado sobre como vender aparelho de ultrassom.

Como o Laudo Cautelar aumenta o valor percebido

Pense em como funciona a venda de um carro usado: o laudo cautelar não muda o carro, mas muda completamente a conversa. Com laudo, o comprador negocia o preço; sem laudo, ele negocia o risco — e risco sempre custa mais caro para o vendedor.

Com ultrassom é igual, só que com valores maiores em jogo. O Laudo Cautelar da Loja do Ultrassom documenta tecnicamente:

  • O funcionamento real do aparelho e de cada transdutor (incluindo teste de cristais)
  • Estado físico, itens inclusos e configuração de software
  • Pendências ou pontos de atenção — porque um laudo que só elogia não vale nada

O efeito prático para quem vende:

  1. O desconto "pelo risco" desaparece. O comprador não precisa embutir margem de segurança para o que não consegue verificar.
  2. A negociação encurta. Menos idas e vindas de perguntas, menos visita técnica por conta do comprador, menos "vou pensar".
  3. Seu anúncio se diferencia. Num mercado cheio de anúncios sem informação, um aparelho com laudo técnico independente sai da vala comum.

Sejamos diretos sobre o outro lado: se o seu aparelho tem problemas, o Laudo Cautelar vai encontrá-los. Mas é melhor descobrir antes — e decidir se conserta ou se precifica o defeito — do que perder o comprador na demonstração ou, pior, vender e herdar uma disputa depois.

Por que anunciar caro demais congela a venda

Existe uma lógica sedutora e errada: "vou pedir 20% a mais para ter gordura de negociação". Na prática, o que acontece é o contrário:

  1. Compradores filtram por preço. Se o seu aparelho está fora da faixa em que compradores daquele modelo pesquisam, ele nem aparece na comparação. Você não recebe proposta baixa — você não recebe proposta nenhuma.
  2. Anúncio parado apodrece. Depois de meses publicado, o anúncio transmite a mensagem: "ninguém quis, deve ter algo errado". Compradores que voltam a procurar reconhecem o anúncio antigo.
  3. A correção tardia vale menos. Quando você finalmente baixa o preço, perdeu os compradores mais quentes — os que pesquisaram nos primeiros meses e compraram de outro vendedor.
  4. O custo do tempo é invisível mas real. Um aparelho parado é capital imobilizado, seguro, espaço e depreciação correndo. Vender por um valor justo em 45 dias costuma ser melhor negócio do que vender pelo "preço dos sonhos" em um ano — se essa venda sequer acontecer.

O preço certo não é o mais alto que alguém já pediu por um modelo parecido. É o valor que o mercado paga hoje pela sua configuração específica, sustentado por documentação que justifique cada real.

Como descobrir quanto vale o seu — sem chute

Você pode fazer a lição de casa sozinho: levantar configuração completa, listar transdutores e licenças, reunir histórico de manutenção e comparar com aparelhos semelhantes à venda. Isso já coloca você à frente da maioria dos vendedores.

Ou pode pedir uma avaliação para quem faz isso todos os dias. Na Loja do Ultrassom, a avaliação funciona assim:

  • ✅ Você envia marca, modelo, ano, transdutores e fotos em venda seu aparelho
  • ✅ A equipe compara com negociações reais — não com preços de anúncio inflados
  • ✅ Você recebe uma faixa de valor honesta, mesmo quando ela é menor do que você esperava
  • ✅ Se decidir vender conosco, o equipamento fica na sua clínica até vender — você continua usando e faturando com ele
  • ✅ A venda sai com Laudo Cautelar, contrato, nota fiscal e condução da negociação do início ao fim, com a segurança que fez +2.300 médicos confiarem na nossa comunidade

E para o comprador do seu aparelho, existe garantia de 3 meses contra defeitos de origem e pagamento em até 48x — o que amplia o número de interessados com capacidade real de fechar negócio com você.

Quer saber quanto vale o seu ultrassom usado hoje? Preencha os dados em venda seu aparelho ou chame direto no WhatsApp: (31) 99974-9805. A avaliação não custa nada — e você decide o que fazer com a informação.

Perguntas frequentes

Quanto vale meu ultrassom usado, em média?
A maioria dos aparelhos de carrinho usados e seminovos no Brasil é negociada entre R$ 40 mil e R$ 150 mil, dependendo de marca, ano, transdutores e estado. Portáteis seminovos costumam partir de R$ 30 mil a R$ 60 mil. O valor exato depende da configuração específica do seu equipamento.
O que mais pesa no valor de um ultrassom usado?
Marca e modelo, ano de fabricação e os transdutores inclusos são os três fatores de maior impacto. Em seguida vêm software e licenças habilitadas, histórico de manutenção documentado e a demanda da especialidade que o aparelho atende.
Vale a pena fazer um Laudo Cautelar antes de vender?
Sim. O Laudo Cautelar comprova o estado real do equipamento e dos transdutores, elimina a desconfiança do comprador e reduz o desconto que ele pediria 'pelo risco'. Na prática, aparelhos com laudo vendem mais rápido e sustentam melhor o preço pedido.
Anunciar mais caro para ter margem de negociação funciona?
Em geral, não. Anúncios muito acima do mercado recebem poucos contatos, envelhecem na plataforma e passam a impressão de que há algo errado. Depois, mesmo baixando o preço, o anúncio já perdeu relevância. É melhor partir de um valor realista desde o início.
Transdutor com defeito derruba muito o preço?
Sim, e mais do que a maioria dos vendedores imagina. Um transdutor pode custar de alguns milhares a dezenas de milhares de reais para repor. Um comprador informado desconta o valor da reposição — e ainda adiciona uma margem de segurança por não saber o estado dos demais.
Como a Loja do Ultrassom avalia meu aparelho?
Você envia os dados do equipamento (marca, modelo, ano, transdutores, fotos) pela página de venda ou pelo WhatsApp (31) 99974-9805. A equipe compara com negociações reais do mercado e devolve uma faixa de valor honesta — inclusive quando a notícia não é a que você queria ouvir.

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